Facilitadora T. de Circulos de Mulheres

Facilitadora T. de Circulos de Mulheres

Edições

1ª Segunda de cada mês de Outubro a Março

Valor

Solicita-nos

Localização

Online e Práticas Presenciais 

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Duração

4 Meses

“Nenhuma heroína viaja só.”

– Maureen Murdock

São cada vez mais numerosos os Círculos de Mulheres que se reúnem para se sentirem compreendidas, escutadas e empoderadas. Estes grupos, para além da partilha e indagação das vivências de cada mulher, permitem uma aprendizagem conjunta e um crescimento consciente, numa relação de total intimidade e segurança.

Neste sentido, destacamos o papel da Facilitadora que promove e coordena estes encontros de círculo, apresentando temas, exercícios e ferramentas para a autodescoberta e abertura do coração.

O objetivo desta formação é dotar a facilitadora de bases profundas e poderosas para acompanhar outras mulheres numa verdadeira mudança da consciência e paradigma; uma via de transformação da visão do feminino no mundo global e pessoal, renovar a forma de estar, observar e contemplar o quotidiano e potenciar a qualidade de vida.

A quem está dirigido

A mulheres que pretendam percorrer um caminho de desenvolvimento consciente, na primeira pessoa, e que queiram adquirir, em simultâneo, as bases para poder facilitar outras mulheres nesse trabalho de crescimento integral, consciente e partilhado.

Ferramentas

Acompanhamento individual e de grupo

Tutorias quinzenais, realizadas de forma presencial, telefónica ou por videoconferência. A tua acompanhante será uma facilitadora experiente que irá suster o teu próprio processo de desenvolvimento e convidar-te a reflexões de aprofundamento das temáticas.

Campus Virtual

Comunidade de aprendizagem com a qual irás partilhar descobertas e compreensões, criando vínculos profundos. No Campus encontrarás material didático semanal com os temas de reflexão, com os pontos de indagação pessoal e propostas de práticas.

Encontros de práticas residenciais

Esta formação está concebida de forma eminentemente prática e vivencial. É muito importante a tua implicação nas dinâmicas e atividades propostas ao longo do curso, sejam elas de nível individual ou de nível grupal.

Modalidades

B-LEARNING

Sendo em regime de b-learning, por forma a privilegiar a vivência e a prática, integra também um retiro residencial de fim-de-semana, a realizar em Portugal (solicita-nos informações sobre as datas).

 

Curso

Campus Online

Práticas

Retiro Intensivo

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Regressar de férias e permanecer são

Regressar de férias e permanecer são

Quais as pequenas ações que nos podem ajudar a manter o equilíbrio e a sanidade?

 


Na maioria das vezes, sair para férias significa fechar as portas ao escritório, aos horários, às redes sociais e a tantos outros “tenho de” que nos enchem e ocupam os dias. 

Da mesma forma, regressar a casa, ao quotidiano, aos horários e às incessantes tarefas pode provocar alguma ansiedade, tristeza ou desmotivação, nem sempre fácil de gerir.
Sobretudo quando o calor teima em permanecer, as horas demoram a passar e as memórias de mergulhos frescos e de liberdade nos ocupam a mente e nos retiram do aqui-e-agora.
Trazemos dentro, planos que rapidamente se escoam na rotina e nos podem levar a perder, com a mesma rapidez, a sensação de “descanso do guerreiro”.
Algumas pequenas ações podem ajudar a manter esse lugar interno:
1. Preparar o regresso
Regressar um ou dois dias antes de começar a trabalhar pode fazer a diferença. Desfazer malas, organizar a roupa, dormir – porque as férias também cansam – e preparar-se para um primeiro e impactante dia de trabalho.
2. Planear (n)o primeiro dia
Devido ao trabalho acumulado nos dias em que estivemos ausentes, a tendência é querer fazer muito, senão tudo, no primeiro dia de trabalho. O esforço e o stress ao chocarmos com a visão do que não está feito, retira-nos em pouco tempo a sensação de frescura e de férias. Guarde o primeiro dia para observar o que tem para fazer, avalie urgências e prioridades e planeie a semana. Muitas das tarefas podem aguardar um pouco mais. Se for necessário, saia mais cedo. Verá que será compensador.
3. Lidar com o e-mail… um passo de cada vez.
Abrir a caixa de e-mail, depois de um período de férias, pode ser desconcertante. Mantenha a mensagem “fora de serviço” por mais um dia. Não se perca nos e-mails, sem planear o trabalho primeiro. 
Quando finalmente o abrir, apague tudo o que puder ser apagado antes de abrir o corpo de e-mail. Não dê atenção ao que não tem relevância e não se relaciona com o trabalho.
4. Marque alguma coisa leve e divertida para depois do trabalho
Regressar não significa perder o Verão ou perder-se de si. Aproveite os dias longos e marque um café numa esplanada, uma ida ao cinema ou um passeio pela cidade antes de voltar para casa.
5. Ser antes de Fazer
Se nas férias leu mais, escreveu, meditou ou encontrou aquele hobby que transforma a sua vida, não permita que o regresso ao trabalho atrapalhe a relação consigo mesmo. Agende! Guarde espaço na sua vida para as coisas que realmente importam. Agarre-se ao privilégio de Ser quem É. 
Bom regresso! 

ÉLIA GONÇALVES
COORDENADORA PEDAGÓGICA ESCOLA DE DESENVOLVIMENTO TRANSPESSOAL
Mitologia do Amor: O papel da Atenção Plena nos relacionamentos

Mitologia do Amor: O papel da Atenção Plena nos relacionamentos

A jornada individual para uma maior consciência e qualidade de vida estende-se também à busca de relações mais plenas e sãs. É nos relacionamentos que espelhamos aquilo que se passa dentro. Por Margarida Campos Monarca

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2018


​A necessidade de estar em relação nasce com cada ser humano. Vem algures impregnada no nosso ADN, preparando-nos para a intensa experiência emocional que é partilharmo-nos com outrem.

Estamos sempre em relação, de alguma maneira. Seja de forma mais íntima, com quem mais amamos, seja num encontro casual numa das travessas da vida pelas quais caminhamos, tocamos outras vidas, damos e recebemos, afetando o outro.

Que apelo irresistível é este que nos impulsiona para a relação?

Desde o início dos tempos que a relação íntima é, sem sombra de dúvida, aquilo que mais nos conecta ou distancia de um estado de confiança na vida e nas suas possibilidades. Na felicidade e alegria o coração expande-se e sorri, reencontrando a fé e o milagre de acordar todos os dias, respirar e estar vivo; na tristeza contrai-se e diminui, enrolando-se na mágoa, acomodando-se num estado de insegurança, desesperança e medo.

O amor é, de facto, uma energia poderosa, uma energia de força de vida cuja presença nos engrandece, fortalece, enche de esperança, de mistério e beleza, de uma fé inabalável no impossível e inexplicável. A necessidade de amor e pertença nasceram connosco enquanto humanos, fomos concebidos para criar relações com os outros. A relação dá significado, propósito, estrutura, cor à vida; a ausência da sensação de pertença causa-nos dor e sofrimento.

Em nome do amor reinventamo-nos, descobrindo que somos capazes de mais do que pensávamos. O amor inspira-nos coragem para ir mais além, tentar correr o risco, ousar o passo maior. Crescer.

Desilusão e vazio nos relacionamentos
O coração é um mistério, não um enigma irresolúvel, mas um mistério na aceção religiosa: insondável, impossível de manipular, revelando indícios do dedo de Deus em ação.” Thomas Moore

Um relacionamento íntimo é um convite à evolução, dado que naturalmente nos atraímos pelas pessoas que falam às nossas necessidades emocionais inconscientes. Procuramos num parceiro aquilo de que sentimos falta: uma companhia que afaste a solidão, um olhar de desejo, a segurança financeira, apoio emocional, alguém que nos escute, nos motive, nos estruture, e tanto mais.

Projetamos na relação um sem número de expetativas, ser mais feliz, viajar mais, ter filhos, ter um amigo, desempenhar um papel social reconhecido, mas inevitavelmente deparamo-nos com o facto de não as ver concretizadas. Nenhuma união consegue assumir tantos papéis, muitos dos quais resultam de vazios internos que a nós competem olhar e preencher.

Por outro lado, o próprio caráter da relação pode, por vezes, tocar estórias de vida que nos feriram ou deixaram marcas, e com isso fazer-nos reviver sombras do passado de que, muitas vezes, não damos conta. Sem um olhar de observador, a dor solta-se em agressividade, fúria, medo, e a comunicação deixa de ser clara e tranquila.

A atenção plena na intimidade
A atenção plena é, segundo Jon Kabat-Zinn, “a consciência que surge do prestar atenção, de forma direcionada, ao momento presente, na ausência de julgamento, ao serviço do autoconhecimento e da sabedoria”.

Na relação íntima, este olhar atento aos nossos próprios processos internos permite-nos uma maior compreensão das nossas escolhas e motivações e, eventualmente, o quebrar do ciclo que nos aprisiona.
Quanto mais íntimos nos tornarmos de nós mesmos mais capazes seremos de escolher, conscientemente, as decisões certas, a cada passo do caminho.

O olhar da testemunha interna recorda-nos que somos capazes de suprir as nossas próprias necessidades sem as projetar no outro, melhorando significativamente a qualidade da relação connosco mesmos e, por consequência, com quem nos rodeia.

Através deste movimento interno de autonutrição e autoestima podemos descobrir que, afinal, aquilo que encontramos de diferente nos outros é profundamente interessante e pode acrescentar algo de verdadeiramente extraordinário ao nosso quotidiano!

Viver em atenção plena
Para trazer esta atenção plena aos relacionamentos podemos praticá-la de formas simples.

– estar atento à forma como discutimos e às emoções presentes, dando espaço para respirar e acalmar-nos e permitindo que a comunicação seja uma escolha e não uma reação;
– manter o foco na situação em vez da forma de ser (em vez de “tu és um(a) preguiçoso(a)”, escolher “quando te comprometes a fazer algo que não cumpres sinto que não estou a ser ouvido (a)”);
– debater os assuntos quando surgem, evitando a “fuga” ou o “deixar para depois”;
– procurar ativamente atividades de lazer em conjunto enquanto guardamos espaço para os interesses próprios, separadamente;
– escutar a voz da alma do outro através do contacto silencioso com o olhar, que guarda muito mais para nos dizer que as palavras.

MARGARIDA CAMPOS MONARCA
FORMADORA/TUTORA NA ESCOLA DE DESENVOLVIMENTO TRANSPESSOAL
(EDT), COACH EM EDUCAÇÃO TRANSPESSOAL, FACILITADORA DE EDUCAÇÃO MINDFULNESS, TERAPEUTA EDUCACIONAL
www.escolatranspessoal.com
margarida.monarca@escolatranspessoal.com
https://issuu.com/progredir/docs/revista_progredir_076/19
Como encher um copo cheio?

Como encher um copo cheio?

Como encher um copo cheio?

As mudanças envolvem sempre algum tipo de perda e isso é o que mais receamos pois, sair da zona de conforto, abdicar do conhecido e mergulhar no desconhecido, por muito que se antecipe como positivo, cria resistências. Tememos perder os velhos hábitos que já não nos servem, como um par de sapatos gastos e rotos, que se adaptaram ao nosso pé e ao nosso andar, sendo confortáveis porque conhecidos.

UM CONTO ZEN
Conta-se que um dia um noviço se apresentou num mosteiro para receber os ensinamentos de um sábio e velho mestre.
Um dos discípulos do mestre disse-lhe:
– Primeiro terás que encontrar a resposta a uma pergunta. Se o conseguires, o mestre aceitar-te-á como aluno dentro de três anos.
A pergunta foi feita e o aluno esforçou-se bastante até encontrar a resposta. 
– A tua resposta está certa. Agora podes ir embora e esperar que passem mil e um dias; apenas nessa altura poderás voltar aqui para receber os ensinamentos. 
O noviço ficou encantado e, após agradecer, lembrou-se de perguntar…
– Que teria acontecido se eu não tivesse encontrado a resposta correta?
– Ah! Nesse caso, ter-te-ia deixado entrar no mesmo instante!
Armadilha por parte do discípulo? Não… o que acontece é que é importante termos em conta que, para podermos interiorizar novas aprendizagens, temos que começar por desaprender o que foi anteriormente aprendido, ou seja, para se encher um copo, este tem que estar vazio.
O VIVER EM PILOTO AUTOMÁTICO
“Somos animais de hábitos” os quais repetimos insistentemente, dia após dia, de uma forma automática, sem passar pela bitola do pensamento. Na sua maioria adaptativos, como o tomar banho ou conduzir, outros há que são prejudiciais, como fumar ou fazer uma alimentação hipercalórica. Já no nosso mundo interior, todo um conjunto de pensamentos, emoções e crenças constituem a família dos hábitos emocionais, que também conformam um padrão.
Hábitos e crenças dão-nos uma sensação de continuidade e segurança, uma zona de conforto na qual nos colocamos e confiamos… e que, ingenuamente, acreditamos controlar. Adquiridos, com raízes no modelo familiar e socioeducativo no qual nascemos e nos fomos desenvolvendo, se foram aprendidos…podem ser desaprendidos, caso nos prejudiquem o viver. Esta é a boa notícia a ter em conta, apesar do medo, da desmotivação e da falta de confiança e de auto-estima nos sussurrarem amiúde ao ouvido: “É impossível mudar… Sou assim desde que me conheço… Foi assim que me ensinaram… O quê? Deixar de fumar!?… Não tenho tempo para parar!”
APRENDER A DESAPRENDER… PARA REAPRENDER
Para além de aprender necessitamos de desaprender, tornando-nos independentes de conceitos ou ideias que se inculcaram na nossa vida mas que, com o passar do tempo, se tornaram obsoletos. Aprender e desaprender são, assim, as duas faces de uma mesma moeda, chamada “evolução”. Não é um jogo de palavras e sim uma filosofia de vida, pois aprendemos quando desaprendemos e desaprendemos quando aprendemos. Mudar e, em consequência, evoluir, decorrem de uma dança entre aprender e desaprender, quando deixamos de fazer o mesmo, da mesma forma, e nos permitimos explorar possibilidades distintas do pensar e fazer. A vida apenas continua para aqueles que aprendem, desaprendem, se adaptam ao novo, mudam e evoluem… os restantes “extinguem-se”.
É muito difícil aprender algo novo quando pretendemos ter sempre razão e saber tudo em tempos de mutação constante. É mais fácil aprender algo novo quando nos permitimos errar e disso não temos receio.
E como? Através da repetição, pois são necessários movimentos iguais, repetidos no tempo, para que se criem novos circuitos neurológicos que estabilizem e automatizem uma nova crença ou comportamento, agora mais conscientes.
Desaprender é, portanto,  mudar e evoluir, deixando para trás tudo aquilo que já não nos é útil nem nos serve. É soltar carga inútil, é esquecer conceitos desatualizados, eliminar crenças e medos que não nos beneficiam, é voltar a novas ideias, valores ou atitudes para seguir em frente. É treinar o desapego, recriar a realidade e dar início a um autêntico desafio e aventura.
SAIR DA ZONA DE CONFORTO
Apesar de agirmos amiúde sem parar para sentir e pensar, um dia, podemos começar a fazer diferente, permitindo-nos um espaço de reflexão: “Porque penso, faço ou digo isto? Para quê?”.
Em seguida, e aproveitando esse novo espaço de abertura e expansão mental e da consciência, talvez possamos atrever-nos a decidir mudar eventuais crenças e comportamentos, “velhos conhecidos” que, eventualmente, nunca pensámos vir a colocar em causa mas que, aqui e ali, nos começam a parecer “ultrapassados ou fora de prazo”.
Tendo nós essa extraordinária capacidade de observar e de nos darmos conta, de analisar e compreender, porque não utilizá-la mais vezes, e iniciar assim uma grande aventura: a saída da zona de conforto!

 

LUZES E SOMBRAS DO DESAPRENDER 
O processo desta aprendizagem transformadora é complicado, difícil. Implica uma análise pessoal e isso cria resistências, uma vez que questiona quem somos e como fazemos as coisas, e requer a revisão crítica dos nossos paradigmas ou mapas mentais; é por essa razão que aprender ou reaprender implica um custo, sobretudo quando é sobre nós. Esse custo, e a consequente resistência, devem-se ao facto de existir uma sensação de “perda” que dá lugar à resistência, ao evitamento da mudança, ao receio de sair dessa zona de conforto que, aparentemente protege, mas também estagna o viver.
A ideia de mudar pode ser bastante atraente, porém acontece muitas vezes que após um entusiasmo inicial há uma rendição e uma desistência ou adiamento do processo, o que remete para sentimentos de fracasso. Sabemos que mudar apenas depende de nós, mas por vezes não conseguimos encontrar essa força, essa magia que nos impulsione a não nos afastarmos do nosso propósito.
Nesta dinâmica evolutiva, a pior das amarras é o medo, essa emoção que faz parte do nosso cérebro mais antigo e que, nos primórdios da vida na terra, e ainda hoje, serve de mecanismo de sobrevivência. Porém, mal está quando nos apegamos a ele como a única bússola e ficamos parados no tempo, por ele paralisados. O medo de pensar diferente e ser mal interpretado ou trair ensinamentos familiares… o medo de agir e ser rejeitado… o medo da vergonha ou do arrependimento Num mundo em constante mutação, os dogmas aos quais nos agarramos como a única boia de salvamento face ao desconhecido do crescimento, evitam a mudança de opinião, de mentalidade e de hábitos e impedem a adaptação do organismo.
Poderemos realmente mudar as nossas vidas? Claro que sim, mas o sucesso dessa mudança das metas que nos propusemos depende do quanto conhecemos as nossas forças e debilidades. É importante estarmos atentos ao que sentimos, uma vez que as emoções são um guia muito útil nesta demanda.
Se a mudança é tão desejada, porque razão falhamos então tantas vezes os nossos objetivos? Na verdade, existe um ingrediente essencial para dar início e manter a continuidade deste maravilhoso processo alquímico, sem o qual tudo se pode desmoronar: a força de vontade, a persistência, essa paixão de fogo que ilumina e impulsiona. Esse amor que sentimos por nós mesmos. Esse sentir que merecemos o melhor. Com esta chama… consegue-se!

 

 

 


Lúcia Costa Soares
Tutora
Terapeuta Transpessoal
Consultora em Mindfulness